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Causou muita polêmica, na Câmara, a ameaça do Ministério Público de acabar com os garis comunitários. Quinta, dia 4, eles fizeram manifestação nas escadarias da Câmara, ocuparam as galerias do plenário e receberam apoio da vereadora Liliam Sá.
A parlamentar disse que o problema do lixo nas comunidades é antigo, que há caminhões que não entram nesses lugares. “Até a prefeitura tem dificuldades de entrar em algumas comunidades. O que deve ser discutido não é se a Comlurb está certa ou errada, mas os 2.260 garis que vão ficar desempregados”, enfatizou. Liliam Sá defendeu as Associações de Moradores, que indicam os garis, como representantes das necessidades da população que vive nas comunidades. Uma matéria denúncia de TV mostrou críticas à indicação dos garis pelas Associações de Moradores e que algumas comunidades estão com muito lixo sem ser recolhido. Garis rebateram dizendo que faltam ferramentas. O professor de administração pública Cláudio Gurgel, da Universidade Federal Fluminense (UFF), ouvido pela reportagem, defendeu que a limpeza da cidade não pode ser terceirizada. Mas vale lembrar que até a saúde já foi terceirizada.
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